sábado, 5 de abril de 2008

Distribuições Linux - Slackware Linux - Download



Slackware Linux é o nome de uma das mais antigas e conhecidas distribuições (sistema operacional e conjunto de aplicativos) do Linux; é a mais antiga distribuição que permanece mantida, além de ser, junto com suas derivadas, a distribuição Linux mais UNIX-like existente.


Criada em meados de 1993 e mantida por Patrick Volkerding, a Slackware (ou simplesmente "Slack") tem como objetivo manter-se fiel aos padrões UNIX, rejeitando também ferramentas de configuração que escondam do usuário o real funcionamento do sistema. Além disso a Slackware é composta somente de aplicativos estáveis (e não de versões beta ou pré-releases). Nos anos 90, por um bom tempo outras distribuições Linux foram avaliadas com base em sua compatibilidade com o Slackware. Se no começo ainda trabalhava só, ao longo dos anos Patrick Volkerding acabou aceitando a ajuda de alguns colaboradores, muito poucos por sinal, a fim de o ajudarem no desenvolvimento da distribuição.


Por sua concepção UNIX-like, o Slackware e seus derivados fazem uma abordagem bastante diferente das outras distribuições populares como Red Hat, Fedora, Debian, Gentoo, SuSE, e Mandriva. Sua política de incluir somente aplicativos estáveis e nenhuma interface gráfica de configuração específica a apenas essa distribuição. Há quem diga: "Quando você conhece o Slackware, você conhece Linux; quando conhece Red Hat, tudo que você conhece é o Red Hat"...


Simplicidade e estabilidade são duas características marcantes nesta distribuição muito comum em servidores, distribuição que procura ser uma distribuição "leve", sem enfeites e rápida, e que é muito apreciada por usuários mais experientes. Apesar de o termo "slack" ser uma gíria para preguiça em inglês, em "Slackware" o termo "slack" está relacionado à definição feita pela chamada Slack Church of the SubGenius (Igreja dos Sub-Gênios). De acordo com esta organização, "slack" significa ter "senso de liberdade, independência e originalidade para alcançar suas metas pessoais". Dessa forma, o nome "Slackware" traduz bem a filosofia do sistema, que não possui ferramentas gráficas de configuração (apenas as do KDE, por exemplo) que fazem tudo pelo usuário, o que inibe o seu "slack". Assim sendo, as configurações do sistema são feitas a partir da edição de documentos de texto, por isso sendo a preferida entre os usuários mais experientes.


Toda versão Slackware é estável. Também existe sempre uma versão current que intermedia entre a versão estável atual e a próxima, mas dessa jamais há imagens para download: os respectivos pacotes precisam ser baixados um por um dos da pasta "current" nos repositórios do Slackware e instalados, igualmente um por um, com o comando upgradepkg do pkgtool. Para quem faz questão de um Slackware totalmente current, a opção mais eficaz é baixar e instalar o Swaret, um instalador gráfico que faz esses upgrades automaticamente.


Possui seu próprio gerenciador de pacotes, o pkgtool (installpkg, upgradepkg, removekpg, explodepkg, makepkg), sem gerenciamento de dependências (existem programas que adicionam esse gerenciamento, como o slapt-get e swaret). O formato dos pacotes .tgz é bastante simples, similar a um .tar.gz contendo apenas os arquivos a serem instalados em suas respectivas pastas em relação à raiz do sistema, além de um script com comandos complementares para a instalação.


O Slackware Linux é um Sistema Operacional livre, ou seja, está disponível na Internet e todos têm acesso ao código-fonte, podendo então melhorá-lo ou adaptá-lo às próprias necessidades.


A versão atual da distribuição é o Slackware 12.0. disponibilizado em 2 de julho de 2007. É a primeira versão a vir com kernel 2.6 é a que mostra mais inovações e mudanças em relação com as anteriores, Alem do kernel 2.6.21.5, que na época do lançamento era o mais atual já mostrando uma mudanças na concepção do slackware que não costuma ultilizar o último release do kernel, ela conta com três inovações que resultaram em muita polemica que é o HAL, a glibc 2.5 e o GCC 4.1.2, a primeira é uma camada de abstração de hardware que fornece auto-mount para o sistema indo contra a filosofia original do sistema, mas inserido por causa da dependência do KDE pelo mesmo e a segunda são as bibliotecas de C do projeto GNU essa era a versão mais recente da mesma no lançamento da distribuição e foi muito contestada a sua utilização por ser um pacote crucial para o sistema e por ser muito novo ser sucetivel a instabilidade, já o GCC 4.1.2 gerou polemica devido a falta de compatibilidade de codigos antigos com os compiladores da nova serie do GCC indo novamente de encontro a filosofia slackware que busca estabilidade.


O Slackware 12.0 possui a GCC 4.1.2, o kernel Linux 2.6.21.5, KDE 3.5.7, Xfce 4.4.1, Xorg 7.2.0 e a suíte SeaMonkey 1.1.2 que substitui a suíte Mozilla e Firefox 2, além de todos os utilitários habituais. Por falar no kernel, Essa versão não é capaz de fazer boot pelo disquete e vem apenas com a versão 2.6.21.5 no CD em 4 modos generic-2.6.21.5 (generico contendo os hardwares mais comuns dentro do kernel e o resto modularizado), generic-2.6.21.5-smp (mesmo que anterior com suporte a multiprocessamento / HT), huge-2.6.21.5 (kernel que contem praticamente tudo que existe de suporte a hardware embutido no kernel a custo de um peso imenso(huge) na hora do carregamento) e o huge-2.6.21.5-smp (mesmo que o anterior mas com suporte a multi-processamento).

História e Nome


A primeira versão do Slackware, o 5.00, foi lançada em 16 ou 17 de julho de 1993[1] pelo Patrick Volkerding, fundador e programador líder do projeto. Era baseada na distribuição SLS Linux (Softlanding Linux System) e fornecida em forma de imagens para disquetes de 3½ polegadas, disponibilizadas em file transfer protocols (ftps) anônimos.

O nome "Slackware" vem do termo "Slack". Como já mencionado, o termo é definido pela Slack Church of the SubGenius (Igreja dos Sub-Gênios).

Em 1999, os números das versões do Slackware mudaram diretamente de 4.0 a 7.0. Isso foi explicado por Patrick Volkerding [2] como um esforço de marketing para mostrar que o Slackware estava tão atualizado como as outras distribuições Linux entre as quais muitas já tinham números de release como 6 naquele momento (como o Red Hat, por exemplo, que publicava toda revisão de sua distribuição com um acréscimo de 4.1 para 5.0 ao invés de 3.1 para 3.2, como o Slackware o fazia).

Em 2005, Patrick Volkerding esteve seriamente doente e o futuro desenvolvimento do Slackware tornou-se incerto, tanto que em naquele ano ele ficou praticamente incapacitado de trabalhar; muitos esperavam sua morte e, assim, o fim do Slackware. Mas ele se recuperou e retomou o desenvolvimento do Slackware.

Em 2005, o ambiente de desktop GNOME foi removido do futuro release[3] pendente (10.2) e ficou entregue a suporte e distribuição pela comunidade. A remoção do GNOME foi vista como significativa por alguns na comunidade Linux porque esse ambiente desktop é encontrado em muitas distribuições Linux. Não obstante, diversos projetos baseados na comunidade preencheram a lacuna do GNOME no Slackware, oferecendo distribuições GNOME completas como o GWARE, o FreeRock GNOME e o Dropline GNOME para o Slackware.

Ao longo da história do Slackware, sempre houve distribuiçoes e LiveCDs baseados nele. Umas distribuições populares derivadas do Slackware, entre elas College Linux, GoblinX, SLAX, VectorLinux, JoLinux, Zenwalk, AliXe e Kate OS.

by: Wikipedia

Download:
Slackware 12.0 em DVD
Tamanho: 3.6GB
http://slackware.mirrors.tds.net/pub/slackware/slackware-12.0-iso/slackware-12.0-install-dvd.iso
http://slackware.cs.utah.edu/pub/slackware/slackware-12.0-iso/slackware-12.0-install-dvd.iso
http://carroll.cac.psu.edu/pub/linux/distributions/slackware/slackware-12.0-iso/slackware-12.0-install-dvd.iso
http://ftp.ntua.gr/pub/linux/slackware/slackware-12.0-iso/slackware-12.0-install-dvd.iso
http://ftp.lip6.fr/pub/linux/distributions/slackware/slackware-12.0-iso/slackware-12.0-install-dvd.iso

Há tambem a versão do Slackware 12.0 em 6 Cd's
Para baixa-los basta apagar dos links acima a parte final ("slackware-12.0-install-dvd.iso")

terça-feira, 1 de abril de 2008

Distribuições Linux - Kurumin Linux - Download



O Kurumin é mais uma distribuição Linux desenvolvida pela equipe do Guia do Hardware e alguns colaboradores, que se tornou rapidamente uma das distribuições Linux mais usadas no Brasil.


Todos os componentes do sistema são abertos, permitindo ao utilizador usar, distribuir, ver inclusive modificar os scripts de configuração e desenvolver versões modificadas do sistema.


Além do fato desta distribuição estar totalmente em português, existem algumas outras mais valias que tornam este sistema operacional num sistema bastante fácil de usar, mesmo para quem está habituado ao Windows!


O Kurumin é a distribuição Linux mais fácil de usar, funciona diretamente a partir do CD, detectando o hardware da máquina e se o utilizador quiser pode ser instalado rapidamente. Todos os scripts, ferramentas de configuração, menus, etc. são escritos diretamente em Português do Brasil, ao invés de serem escritos em Inglês e depois traduzidos. Isso faz com que tudo seja muito mais familiar.



Muitas pessoas têm apontado o Kurumin como sendo não apenas mais fácil de usar do que outras distribuições Linux, mas também mais fácil que o próprio Windows. Um dos grandes feitos do Kurumin passa pelos ícones Mágicos, pois o Kurumin inclui mais de 400 scripts e ferramentas de configuração, organizados no Clica-Aki, o Painel de Controle do Kurumin.


Estes scripts incluem funções para instalar novos programas, configurar servidores, configurar placas wireless e softmodems, firewall e muitas outras funções úteis. O que é “complicado” noutras distribuições, pode ser feito com poucos cliques no Kurumin. Esta “distro” também suporta muito bem qualquer tipo de multimidia, basta instalar o suporte para mais formatos de vídeo e suporte de DVDs protegidos através dos ícones mágicos e conseguirá ver até mesmo vídeos via streaming chegados via browser, usando o MplayerPlugin. O Kurumin é a distribuição com melhor suporte para programas Windows. Pode-se utilizar o Windows dentro de uma máquina virtual, usando o VMware Player (que instala através do Kurumin-EMU, disponível no Iniciar > Escritório), ou utilizar os programas diretamente usando o Wine (disponível através dos ícones mágicos). Também pode utilizar jogos do Windows através do Cedega.


Já inclui um conjunto completo de drivers para modems e placas wireless. O Kernel 2.6 atualizado faz com que estejam disponíveis versões recentes dos drivers para outros dispositivos. Faça o download do kurumin gratuitamente e grave num cd. Experimente-o no modo Live CD , se tiver interessado basta ir ao painel de controle e através de lá instalar o Kurumin numa partição seguindo os passos dados pela ajuda que vai aparecendo.




Kurumin Linux 7 Versão Final revisada:
Tamanho: 648 MB

Links:
http://fisica.ufpr.br/kurumin/kurumin-7.0r3.iso
http://darkstar.ist.utl.pt/pub/kurumin/kurumin-7.0r3.iso
http://espelho.pop-sc.rnp.br/mirror/pub/kurumin/kurumin-7.0r3.iso
http://mirrors.uol.com.br/pub/kurumin/kurumin-7.0r3.iso

Link FTP:
ftp://ftp.las.ic.unicamp.br/pub/kurumin/kurumin-7.0r3.iso

Kurumin Linux 7 Light:
Versão Reduzida com menos programas
Tamanho: 182 MB

Links:
http://fisica.ufpr.br/kurumin/kurumin-light-7.0.iso
http://darkstar.ist.utl.pt/pub/kurumin/kurumin-light-7.0.iso
http://espelho.pop-sc.rnp.br/mirror/pub/kurumin/kurumin-light-7.0.iso
http://mirrors.uol.com.br/pub/kurumin/kurumin-light-7.0.iso

Microsoft lança sistema operacional Singularity

Redação do Site Inovação Tecnológica
06/03/2008
Pesquisas em software

O novo sistema operacional não é voltado para computadores pessoais, mas para uso em pesquisas acadêmicas em diversas áreas. O Singularity, cujo lançamento vinha sendo adiado há anos, pode ser baixado gratuitamente para uso acadêmico e não-comercial.


A idéia do Singularity é prover uma nova plataforma para a pesquisa de soluções inovadoras de software nas áreas de linguagens de programação, ferramentas dos mais diversos tipos, além da própria área de sistemas operacionais.


Processos isolados

O novo sistema operacional utiliza um conjunto abstrato de instruções que permite a criação de camadas totalmente isoladas, no interior das quais os programas podem rodar sem interferir uns com os outros. São os chamados processos isolados, ou SIP na sigla em inglês ("Software Isolated Processes").


Confiabilidade e robustez

Os SIPs, segundo a empresa, garantem o isolamento seguro de cada processo, sem a carga adicional exigida pela proteção por domínios de hardware. No Singularity, cada programa, driver de dispositivo ou serviço do sistema operacional roda em seu próprio SIP.


Um SIP não pode compartilhar memória e nem modificar seu próprio código. Isso dá ao sistema operacional um nível de confiabilidade e robustez que não é encontrado nos sistemas operacionais domésticos.

Arquitetura Singularity



Links:
Projeto Singularity
Download Singularity Research Development Kit (RDK)



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