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quinta-feira, 23 de outubro de 2008

Tutoriais - GParted(Particionador de discos) rodando do pendrive



O GParted é um software de particionamento de discos, que roda em linux, tem interface agradável e muito simples de se utilizar.

Pode-se criar um disco USB, pen drive, inicializável e é sobre isso que vou falar aqui.
http://gparted.sourceforge.net/liveusb.php

Primeiramente fazer o download da última versão do Live USB.

Vou seguir os mesmos passos da página do GParted meio que traduzindo e dando alguns toques sobre o assunto.

(1) Criar uma partição fat16 no seu disco usb e assegurar que esteja marcada com "boot"


Primeiramente vamos encontrar o seu disco usb, conecte-o ao PC e em terminal como
root (digitando "su root" , sem as aspas)
digite:

dmesg | grep sd


isso mostrará uma lista e algo nas últimas linhas como sda1, sdb1, esse é o seu disco usb, supondo então
/dev/sda1. (Se seu hd é SATA, entao provavelmente deve ser /dev/sdb1)

Digite

fdisk /dev/sda1

isso abrirá o fdisk. Assegure-se que esteja vazio.
Para criar a partição primária 1, pressione as teclas "
n", "p", "1", (new - primary - 1).
Mudar o tipo de partição para
fat16, pressione a tecla "t", depois "6" e pressione o "Enter".
E por fim para tornar a partição 1 "
bootável", inicializável, pressione a tecla "a", "1".
Para sair, "
w".

(2) Descompacte o arquivo gparted-liveusb-x.x.x-x.zip no seu diretório ou onde desejar.

unzip gparted-liveusb-x.x.x-x.zip

(3) Copiar o conteúdo da pasta gparted-liveusb-0.x.x-x para seu disco USB recém criado.
Obs.: É para copiar o conteúdo da pasta, e não a pasta!


mkdir /mnt/discousb
mount /dev/sda1 /mnt/discousb -t fat16
cp gparted-liveusb-0.x.x-x/* /mnt/discousb
umount /dev/sda1


(4)
Executar o seguinte comando
syslinux -s /dev/sda1

(5) Reinicializar o computador, pressionar a tecla "Delete" e no setup alterar a seqüência de boot para dar boot pelo disco USB, para isso deve-se reinicializar o PC já com o disco conectado à porta USB.

Links:
Validos em 23/10/2008

GParted v.0.3.9-4 LiveCd

GParted v.0.3.9-4 LiveUSB

Nao sabe o que é, entra ai e olha: http://pt.wikipedia.org/wiki/GParted
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Retirado de: http://tarcnux.blogspot.com
com algumas modificações
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quinta-feira, 19 de junho de 2008

Humor - Nerdson não vai a escola

Divulgue o Nerdson

Depois de mais um dia programando, resolvi pesquisar alguma coisa para me divertir um pouco...
foi ai que me deparei com o nerdson.com , um blog muito engreçado, que satiriza o dia-a-dia de um programador, as suas dificuldades, entre outros assuntos ligados a programação.

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sexta-feira, 9 de maio de 2008

Tutoriais - Blender 3D



Parece de Verdade, mas não é, foi feita no Blender!

Blender - ou Blender3D - é um programa de computador de código aberto, desenvolvido pela Blender Foundation, para modelagem, animação e renderização de modelos tridimensionais assim como criação de aplicações interativas em 3D, tais como jogos, apresentações, hipermídias e outros. Possui um motor de jogo (Game Engine) integrado, para produção de jogos - o Game Blender. Está disponível sobre uma licença dupla: GNU General Public License / BL License. Resumindo, é totalmente Gratuito.

A aplicação está disponível para diversos sistemas operacionais, incluindo Microsoft Windows, Linux, Mac OS X, Solaris, FreeBSD, IRIX, Darwin, BeOS e iPaq. Blender implementa funcionalidades robustas, similares a outros programas proprietários 3D, tais como Maya, Softimage|XSI, 3ds Max e Cinema 4D. Estas características incluem avançadas ferramentas de simulação, tais como: rigid body dynamics (dinâmica rígida de corpos), fluid dynamics (dinâmica de fluidos), e soft body dynamics (dinâmica de corpos macios); avançadas ferramentas de modelagem; ferramentas de animação de personagens e sistema de materiais baseados em nós (Node Materials). Inclui suporte à Python como linguagem de script, que pode ser usada tanto no Blender, quanto em seu motor de jogo. Tem suporte à várias línguas, incluindo para português brasileiro.


Quem quiser aprender segue o livro online
http://pt.wikibooks.org/w/index.php?title=Blender_3D:_Noob_to_Pro&diff=92645&oldid=prev


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Baixe o Blender aqui
Versão 32 Bits
http://www.blender.org/download/get-blender/
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Versão 64 Bits
http://www.blender.org/download/get-blender-64-bits/
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Plugin de Renderizações Fotorealisticas
http://www.yafray.org/
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Galeria
Clique na imagem para aumentar
Blender 3D



Blender 3D com plugin de Renderização Yafray



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quarta-feira, 7 de maio de 2008

Citações - O Cara da Informatica - 15 coisas que você precisa saber

Deviam colocar isso em uma moldura e colar na entrada de todo departamento de TI.

1. O cara da informática dorme. Pode parecer mentira, mas o cara da informática precisa dormir como qualquer outra pessoa. Esqueça que ele tem celular e telefone em casa, ligue só para o escritório;

2. O cara da informática come. Parece inacreditável, mas é verdade. O cara da informática, também, precisa se alimentar e tem hora para isso;

3. O cara da informática pode ter família. Essa é a mais incrível de todas: mesmo sendo um cara da informática, a pessoa precisa descansar no final de semana para poder dar atenção à família, aos amigos e a si próprio, sem pensar ou falar em (...infor... ...), impostos, formulários, concertos e demonstrações, manutenção, vírus e etc, ...;

4. O cara da informática, como qualquer cidadão, precisa de dinheiro. Por essa você não esperava, né? É surpreendente, mas o cara da informática também paga impostos, compra comida, precisa de combustível, roupas e sapatos, e ainda consome Lexotan para conseguir relaxar... Não peça aquilo pelo que não pode pagar ao cara da informática;

5. Ler, estudar também é trabalho. E trabalho sério. Pode parar de rir. Não é piada. Quando um cara da informática está concentrado num livro ou publicação especializada ele está se aprimorando como profissional, logo trabalhando;

6. De uma vez por todas, vale reforçar: O cara da informática não é vidente, não joga tarô e nem tem bola de cristal, pois se você achou isto demita-o e contrate um paranormal ou detetive. Ele precisa planejar, se organizar e assim ter condições de fazer um bom trabalho, seja de que tamanho for. Prazos são essenciais e não um luxo... Se você quer um milagre, ore bastante, faça jejum, e deixe o pobre do cara da informática em paz;

7. Em reuniões de amigos ou festas de família, o cara da informática deixa de ser o cara da informática e reassume seu posto de amigo ou parente, exatamente como era antes dele ingressar nesta profissão. Não peça conselhos, dicas... ele tem direito de se divertir;

8. Não existe apenas um "levantamentozinho" , uma "pesquisazinha" , nem um "resuminho", um "programinha pra controlar minha loja", um "probleminha que a maquina não liga", um "sisteminha" , uma "passadinha rápida (alias conta-se de onde saimos e até chegarmos)", pois esqueça os "inha e os inho (programinha, sisteminho, olhadinha, )" pois OS caras da informática não resolvem este tipo de problema. Levantamentos, pesquisas e resumos são frutos de análises cuidadosas e certamente precisam de atenção e dedicação. Esses tópicos podem parecer inconcebíveis a uma boa parte da população, mas serve para tornar a vida do cara da informática mais suportável;

9. Quanto ao uso do celular: celular é ferramenta de trabalho. Por favor, ligue, apenas, quando necessário. Fora do horário de expediente, mesmo que você, ainda, duvide, o cara da informática pode estar fazendo algumas coisas que você nem pensou que ele fazia, como dormir ou namorar, por exemplo;

10. Pedir a mesma coisa várias vezes não faz o cara da informática trabalhar mais rápido. Solicite, depois aguarde o prazo dado pelo cara da informática;

11.Quando o horário de trabalho do período da manhã vai até 12h, não significa que você pode ligar às 11:58 horas. Se você pretendia cometer essa gafe, vá e ligue após o horário do almoço (relembre o item 2). O mesmo vale para a parte da tarde: ligue no dia seguinte;

12. Quando cara da informática estiver apresentando um projeto, por favor, não fique bombardeando com milhares de perguntas durante o atendimento. Isso tira a concentração, além de torrar a paciência. ATENÇÃO: Evite perguntas que não tenham relação com o projeto, tipo como... Vocês entendem é claro!

13. O cara da informática não inventa problemas, não muda versão de Windows, não tem relação com vírus, não é culpado pelo mal uso de equipamentos, internet e afins, não reclame, o cara da informática com certeza fez o possível para você pagar menos. Se quiser emendar, emende, mas antes demita o cara da informática e contrate um quebra galho;

14. Os caras da informática não são os criadores dos ditados "o barato sai caro" e "quem paga mal paga em dobro". Mas eles concordam... ;

15. E, finalmente, o cara da informática também é filho de DEUS e não filho disso que você pensou...

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segunda-feira, 5 de maio de 2008

Tutoriais - Deixando o Slackware 12 totalmente em Portugues-BR

Quem ja instalou o Slackware 12 sabe do que eu estou falando....
Ele so instala o KDE em Portugues, o resto todo fica em ingles...
Tambem não configura o teclado ABNT2...
Não é muito dificil configura-lo, basta só alterar alguns arquivos de configuração
Ah, antes de começar, faça um backup de todos os aquivos sitados.

Entao vamos la:


Editando o lang.sh

edite o aquivo digitando no konsole ou outro terminal:

kate /etc/profile.d/lang.sh

comente a linha que diz:
LANG=C

Descomente e altere a linha
de
#export LANG=en_US.ISO8859-1

para

export LANG=pt_BR.ISO8859-1

Salve e feche.

Editando o GTK2

Edite o arquivo:

kate /etc/profile.d/gtk+.sh

inclua essa linha ao final

export GTK_IM_MODULE=xim

de um ENTER apos a mesma


Editando o Profile
Edite o aquivo:

kate /etc/profile


inclua essas linhas no final:

export LC_ALL=pt_BR
export LANG=pt_BR
export LC_CTYPE=ISO-8859-1
export LESSCHARSET=latin1


lembre-se de sempre deixar duas linhas em branco no final dos arquivos de
configuração.
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Nao funcionou com você,
deixe nos comentarios o que aconteceu e como vc arrumou.

quinta-feira, 10 de abril de 2008

Distribuições Linux - Damn Small Linux - Download

DSL com o servidor grafico JWM



Damn Small Linux, também conhecida como DSL, é uma distribuição linux baseada, inicialmente no Knoppix, mas hoje, incorpora muitas funcionalidades do Debian. É conhecida por ser muito pequena: o iso da última versão estável - 4.1 - tem menos de 50 MB, cabendo em um mini-CD.

A distribuição também é muito leve: segundo o seu website, ela é capaz de rodar em um sistema 486DX com 16 MB de memória RAM. DSL pode ser executada a partir de um CD (live CD) - inclusive um mini-CD - sem instalação no disco rígido. É possível ter um sistema funcional em um computador sem disco rígido. Ela também pode ser executada a partir de um pen drive. Pode ser instalada no disco rígido.

O Damn Small Linux também inclui capacidades que facilitam a customização e instalação de extensões, inclusive com a adição de novos programas a um sistema rodando a partir de um live CD.Em 30 de dezembro de 2006, a distribuição está em 8º lugar no ranking de visitas do site Distrowatch.


História

DSL foi originalmente concebido e mantido por John Andrews. A comunidade agora inclui Robert Shingledecker, que criou o sistema MyDSL, DSL Control Panel, e outras funcionalidades.

DSL foi originalmente baseado no Model-K, uma versão enxuta do Knoppix com 22 MB de tamanho, mas logo depois optou-se por utilizar o Knoppix, que permitia remasterizações mais
faceis e outros melhorias O história completa do desenvolvimento do DSL podem ser encontrados
nesta página.


Aplicativos e capacidades


Segundo o seu website, DSL possui:


Segundo o seu website, DSL possui:


DSL-N


Existe uma distribuição semelhante à DSL, chamada
DSL-N, ou Damn Small Linux Not. Ela é desenvolvida por alguns dos mesmos desenvolvedores da DSL. Ao contrário da DSL, ela não tem um limite rigoroso de tamanho, o que possibilita a inclusão do linux 2.6 (em contraste à DSL, que utiliza linux 2.4) e aplicativos baseados em GTK2. Apesar de não ter um limite rigoroso de tamanho, os criadores da DSL-N se esforçam para mantê-la compacta[1]. O tamanho da versão 0.1RC4 da DSL-N é de 95 MB[2].


Boot options


As opções Boot são também chamados de "cheat codes" no DSL, Knoppix e Morphix.
Com elas, se a Detecção automática de hardware falhar, ou se o usuário quiser usar algo diferente que as configurações padrão (linguagem, linguagem do teclado, VGA, Modo Gráficos seguro ou em modo texto ...), o DSL permite ao usuário inserir um ou mais códigos no prompt de inicialização. Se nada for digitado, DSL irá inicializar com as opções padrão. Os "cheat codes" podem modificar a auto-detecção de hardware, como tambem afetam o GUI. A "cheat codes" códigos podem ser vistas na propria inicialização do DSL ou também no DSL Wiki.VersionsA versão padrão é o DSL LiveCD. Existem também outras versões disponíveis:

* Instalação "Frugal": "DSL's 'cloop' image", o DSL é instalado, como um único arquivo, para uma partição do disco rígido. Esta é provavelmente mais viável e segura do que uma instalação tradicional no disco rígido, uma vez que o aquivo não pode ser modificado diretamente; todas as mudanças feitas apenas são armazenados na memória e descartadas após a reinicialização.

  • * "dsl-version-embedded.zip": Inclui QEMU para utiliazar o DSL dentro do Windows ou Linux.
  • * "dsl-version-initrd.iso ':-Integra o normalmente separado "cloop image" na imagem do initrd; isso permite inicialização via rede, usando PXE. A opção padrão é a boot "toram", exige, pelo menos, 128mb ram.
  • * "Dsl-version-syslinux.iso ': Boots usando o syslinux disquete imagem, em vez de emulação isolinux; para PC's muito antigos que não podem inicialiazr com isolinux.
  • * "Dsl-version-vmx.zip ': Uma máquina virtual que pode ser executado em VMware Workstation ou VMware Player.
  • * DSL-N: Uma versão ampliada da DSL, que excedam o limite de 50 MB-mini-CDs. DSL-N utiliza a versão 2 do widget toolkit GTK + e 2,6 versão do kernel do Linux. A última liberação de DSL-N, 0.1RC4, é de 95 MB de tamanho.


Pode-se também iniciar DSL usando um disquete de boot criado a partir de uma das imagens disponíveis( 'bootfloppy.img'; 'bootfloppy-grub.img'; 'bootfloppy-usb.img', ou 'pcmciabootfloppy.img'), em muito Computadores antigos, onde o BIOS não suporta o El Torito Inicializável CD Specification. O DSL kernel seja carregado do disquete para a RAM, depois que o kernel executa DSL a partir do CD ou drive USB.

DSL foi portado para o console Xbox vídeo game como X-DSL. X-DSL exige um Xbox modificados. Ele pode correr como um LiveCD ou ser instalados para o Xbox disco rígido. Os usuários também têm executado X-DSL a partir de um drive USB flash, usando o adaptador USB incluídos com Phantasy Star Online, que liga para a ranhura do cartão de memória e inclui uma porta USB 1,1. X-DSL botas em um baseado em GUI X11; o Xbox controlador pode ser usado para controlar o ponteiro do mouse e digite o texto utilizando um teclado virtual. X-DSL possui um Fluxbox desktop, com programas de e-mail, navegar na Internet, Processamento de textos e reprodução de música. X-DSL pode ser customizado pelo download de extensões da mesma MyDSL servidores como DSL.


By Wikipedia


Site do Desenvolvedor: http://www.damnsmalllinux.org/


Downloads:
Damn Small Linux CD:
Tamanho: 49MB

Link:Versão ISO Padrão:

http://gulus.usherbrooke.ca/pub/distro/DamnSmallLinux/current/dsl-4.2.5.iso
http://ftp.heanet.ie/mirrors/damnsmalllinux.org/current/dsl-4.2.5.iso

Versão embedded:

http://gulus.usherbrooke.ca/pub/distro/DamnSmallLinux/current/dsl-4.2.5-embedded.zip
http://ftp.belnet.be/packages/damnsmalllinux/current/dsl-4.2.5-embedded.zip


Versão initrd:

http://gulus.usherbrooke.ca/pub/distro/DamnSmallLinux/current/dsl-4.2.5-initrd.iso
http://ftp.belnet.be/packages/damnsmalllinux/current/dsl-4.2.5-initrd.iso


Versão syslinux:

http://gulus.usherbrooke.ca/pub/distro/DamnSmallLinux/current/dsl-4.2.5-syslinux.iso
http://ftp.belnet.be/packages/damnsmalllinux/current/dsl-4.2.5-syslinux.iso

Versão para maquina virtual VMware:
http://ftp.heanet.ie/mirrors/damnsmalllinux.org/current/dsl-4.2.5-vmx.zip
http://distro.ibiblio.org/pub/linux/distributions/damnsmall/current/dsl-4.2.5-vmx.zip

Versão DLS-N:
Tamanho: 93MB

http://gulus.usherbrooke.ca/pub/distro/DamnSmallLinux/dsl-n/current/dsl-n-01RC4.iso
http://ftp.belnet.be/packages/damnsmalllinux/dsl-n/current/dsl-n-01RC4.iso
http://ftp.heanet.ie/mirrors/damnsmalllinux.org/dsl-n/current/dsl-n-01RC4.iso


Baixe manualmente os aplicativos para o DSL aqui:

http://gulus.usherbrooke.ca/pub/distro/DamnSmallLinux/mydsl/
http://ftp.belnet.be/packages/damnsmalllinux/mydsl/
http://ftp.heanet.ie/mirrors/damnsmalllinux.org/mydsl/
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quarta-feira, 9 de abril de 2008

Distribuições Linux - Debian Linux - Download


Debian é simultaneamente o nome de uma distribuição não comercial livre (gratuita e de código fonte aberto) de GNU/Linux (amplamente utilizada) e de um grupo de voluntários que o mantêm à volta do mundo. Uma vez que o Debian se baseia fortemente no projecto GNU (e a distribuição oficial do Projeto GNU é Debian), é usualmente chamado Debian GNU/Linux. O Debian é especialmente conhecido pelo seu sistema de gestão de pacotes, chamado APT, que permite: atualizações relativamente fáceis a partir de versões realmente antigas; instalações quase sem esforço de novos pacotes e remoções limpas dos pacotes antigos.

O projecto Debian é mantido por doações através da organização sem fins lucrativos Software in the Public Interest (SPI).

O nome Debian vem dos nomes dos seus fundadores, Ian Murdock e de sua mulher, Debra. A palavra "Debian" é pronunciada em Português como Débian.

Várias distribuições comerciais baseiam-se (ou basearam-se) no Debian, incluindo: Linspire (antigo Lindows), Xandros, Kurumin, Debian-BR-CDD, Ubuntu Linux e Libranet.

Está actualmente a decorrer trabalho para portar o Debian para outros kernels livres para além do Linux, incluindo o Hurd e o BSD. Para já, no entanto, ainda é muito mais preciso descrever o Debian como uma "Distribuição Linux", sem mais qualificações.

História

O Debian foi fundado em 1993 por Ian Murdock, ao tempo estudante universitário, que escreveu o Manifesto Debian que apelava à criação de uma distribuição Linux a ser mantida de uma maneira aberta, segundo o espírito do Linux e do GNU.

O Projeto Debian cresceu vagarosamente e lançou suas versões 0.9x em 1994 e 1995, quando dpkg ganhou notoriedade. Os primeiros ports para outras arquiteturas iniciaram em 1995, e a primeira versão 1.x do Debian aconteceu em 1996.


Bruce Perens substituiu Ian Murdock como líder do projeto. Ele iniciou a criação de vários documentos importantes (o contrato social e o free software guidelines) e a legítima umbrella organization (SPI), bem como liderou o projeto através dos lançamentos das versões da ELF/libc5 (1.1, 1.2, 1.3).


Bruce Perens deixou o projeto em 1998 antes do lançamento da primeira versão Debian baseada em glibc, a 2.0. O Projeto continuou elegendo novos líderes e fazendo mais duas versões 2.x, cada qual incluindo mais ports e mais pacotes. APT foi lançada durante este tempo e o Debian GNU/Hurd também iniciou-se.


O ano de 1999 trouxe as primeiras distribuições Linux baseadas em Debian, Corel Linux e Stormix's Storm Linux, hoje descontinuadas mas que iniciaram o que é hoje uma notável tendência às distribuições baseadas em Debian.


Perto do ano 2000, o projeto se direcionou ao uso de repositórios de pacotes e à distribuição "testing", alcançando um marco maior no que se refere aos arquivos e o gerenciamento de lançamentos. Em 2001, os desenvolvedores iniciaram conferências anuais, Debconf, com conversas, workshops, e a recepção aos usuários técnicos. A versão 3.0 de 2002 incluiu mais do que o dobro do número de pacotes da versão anterior e estava disponível para cinco novas arquiteturas.


Debian celebrou o seu décimo aniversário em 16 de Agosto de 2003, com muitas festas de aniversário em todo o mundo.


Versões do Debian


O ciclo de desenvolvimento das versões do Debian passa por três fases:


  • "Unstable" - instável
  • "Testing" - teste
  • "Stable" - estável

Quando as versões estão na fase "testing" elas são identificadas por codinomes tirados dos personagens do filme Toy Story. Ao se tornarem "stable" as versões recebem um número de versão (ex: 4.0).


Versões, codinomes e datas em que se tornaram "stable":


  • 4.0 -- Etch, 8 de abril de 2007
  • 3.1 -- Sarge, 6 de junho de 2005
  • 3.0 -- Woody, 19 de julho de 2002
  • 2.2 -- Potato, 15 de agosto 2000
  • 2.1 -- Slink, 9 de março de 1999
  • 2.0 -- Hamm, 24 de julho 1998
  • 1.3 -- Bo, 2 de junho de 1997
  • 1.2 -- Rex, 1996
  • 1.1 -- Buzz, 1996

A Versão "testing" atual é a "Lenny".


A versão "unstable" terá sempre o nome Sid (também um personagem do filme Toy Story).

Organização do Projeto


O projecto Debian é uma organização voluntária com três documentos de fundação:


  • O contrato social Debian que define um conjunto de princípios básicos, a partir dos quais os membros devem basear as suas actuações;
  • As linhas mestras do software livre Debian, que clarificam o que se quer dizer com o termo "free software", largamente referido no contracto social;
  • A constituição Debian, que descreve a estrutura organizacional para tomadas de decisão formais dentro do projecto, e enumera os poderes e responsabilidades do Debian Project Leader, o Debian Project Secretary e os programadores Debian em geral.

Os programadores Debian elegem um líder para o projeto entre os seus rankings todos os anos. O líder do projeto Debian tem vários poderes especiais, mas o seu poder não é absoluto. Ele pode ser contactado e a sua decisão revertida, pelo voto dos programadores de acordo com o processo de General Resolution. Na prática, isto ocorre com alguma freqüência. (Normalmente apenas a eleição do líder do projeto Debian ocorre no âmbito do General Resolution, mas já ocorreu várias vezes.)


O líder do projeto Debian é empossado para delegar a sua autoridade, e a vários programadores são confiadas responsabilidades especiais delegadas pelo líder, como por exemplo a equipa Debian System Administration (que possui a password do root das máquinas do projecto), e o Release Manager, que decide os objectivos da release de distribuição, supervisiona o processo e toma a decisão final de quanto libertar uma release. Muitos dos delegados mantêm-se nas suas posições durante vários mandatos dos diferentes líderes; as posições mais importantes são mantidas por membros de grande confiança e há muito tempo activos no projecto, e existem muito poucas mudanças mesmo quando muda o líder do projeto.


Uma lista das posições mais importantes no Projecto Debian está disponível em the Debian organization webpage. Muitos, mas não todas estas posições são delegadas pelo líder do projeto.

Recrutamento de Programadores, Motivação, e Demissão


O projecto Debian tem um fluxo constante de pessoas que desejam ser Programadores. Estas pessoas devem passar por um processo onde é estabelecida a sua identidade, motivação, conhecimento dos objectivos do projecto (definido no Contrato Social), e competência técnica. Estão disponíveis mais informações sobre o processo do "New Mantainer" em A página do New Mantainer do Debian.

Os Programadores Debian juntam-se ao projecto pelas mais variadas razões. No passado foram citadas várias razões, que incluem:


  • o desejo de retribuir à comunidade de Software Livre (praticamente todos são utilizadores de software livre);
  • o desejo de ver algumas tarefas de software realizadas (alguns vêem a comunidade dos utilizadores Debian como um sítio de valor para testar e provar a validade de novo software);
  • um desejo de fazer, ou manter o Software Livre competitivo em relação a alternativas proprietárias;
  • o desejo de trabalhar mais perto de pessoas que partilham as mesmas atitudes, interesses e objectivos (o sentido de partilha das pessoas da comunidade do projecto Debian normalmente não é experimentado por elas nos seus empregos pagos);
  • o simples prazer do processo iterativo de desenvolvimento e manutenção de software (alguns programadores têm um nível de dedicação e refinamento do software quase obsessivo).


Os Programadores Debian podem demitir-se das suas posições em qualquer altura, enviando a sua intenção à lista privada do projecto (ou apenas aos Debian System Administrators, se quiserem ser mais discretos). As suas contas serão então apagadas e as suas chaves criptográficas removidas do Project keyring (que permite o upload de pacotes assinados por eles, para que sejam aceites no arquivo).

Ciclo de vida dos pacotes Debian


Cada pacote Debian tem um mantenedor (tipicamente, apenas um, mas ocasionalmente pequenas equipes de programadores supervisionam peças de software particularmente complexas). É da responsabilidade dos mantenedores manter o ritmo de acordo com as (caso existam) versões definidas pelos autores do software (a que se chama "upstream"), garantir a portabilidade do pacote com as arquitecturas que o Debian suporta, garantir que o pacote é compatível com a política técnica do Debian, corrigir defeitos no pacote reportados pelos seus utilizadores (que também podem ser outros programadores Debian), e melhorias aos pacotes efectuados pelos seus autores que o farão mais fácil de utilizar, mais configurável, mais seguro e por aí fora.


Periodicamente, um mantenedor de pacotes faz uma release de um pacote fazendo o upload para o directório "incoming" do arquivo de pacotes do Debian (ou usando uma "upload queue" que periodicamente transmite em batch os pacotes para o directório incoming). Após um intervalo (um dia actualmente), o directório incoming é verificado por um processo automático que garante que o upload está bem formado (todos os ficheiros obrigatórios estão no sitio) e que o pacote tem a assinatura digital -- produzida por software compatível com o OpenPGP-- do programador Debian. Todos os programadores Debian têm chaves públicas. Os pacotes são assinados devido a duas razões: 1) para permitir verificar se pacotes não assinados, que podem ter sido enviados hostilmente, não serão processados no futuro; e 2) para permitir a contabilização no caso de um pacote conter um bug sério, uma violação de política ou código malicioso.


Se o novo pacote é validado como: correctamente, assinado e bem formado, é instalado no arquivo, para uma área chamada "pool". Inicialmente, todos os uploads de pacotes aceitos no arquivo são apenas disponibilizados na versão "unstable", que contem a versão mais recente de cada pacote. No entanto, o novo código é também código não experimentado, por isso os pacotes são mantidos nesta área de desenvolvimento/QA durante vários dias (a duração exacta depende da urgência do upload).


Para um pacote passar da área de desenvolvimento/QA para a versão "testing" -- ou seja, o grupo de pacotes que são candidatos a fazer parte da próxima release da distribuição Debian -- tem de cumprir vários critérios:


  • tem de ter estado na área QA durante uma duração apropriada de tempo;
  • não pode ter nenhum bug "release-critical" a ele associado (bugs tão sérios que fazem com que não possam ser libertados);
  • tem de ser compilado para todas as arquitecturas planeadas para a release (noutras palavras, pacotes para arquitecturas não libertadas existem apenas na versão de desenvolvimento/QA, não na versão release-candidate);
  • não pode depender de versões de nenhum pacote que não cumpra as condições anteriormente definidas


Desta forma, como é de esperar, um bug release-critical num pacote de que vários pacotes dependam, como por exemplo uma shared library, pode impedir muitos pacotes de entrarem na área de testes, porque essa biblioteca é considerada deficiente.


Periodicamente, o Release Manager, que é um delegado do Debian Project Leader, em concordância com as linhas mestras anunciadas aos programadores alguns meses antes, decide fazer uma release. Isto ocorre quando todo o software importante está razoávelmente up-to-date na versão "release-candidate" para todas as arquitecturas para as quais está planeada a release e quando todos os outros objectivos definidos pelo Release Manager foram atingidos. Nesta altura, todos os pacotes na "release-candidate" passam a fazer parte da "release".


Não é possível a um pacote -- particularmente a um antigo, estável e alterado frequentemente -- pertencer a mais do que uma versão ao mesmo tempo. As versões são apenas colecções de apontadores para a "pool" de pacotes acima mencionada.

By Wikipedia


Download
Links:


Recomendo utilizar um Acelerador/Gerenciador de download.


Não tem Gerenciador de Download? Use o Free Download Manager:


Clique Aqui para baixa-lo


Tutorial: Como baixar com o Free Download Manager


DVD1:
Tamanho: 4.4 GB

http://cdimage.debian.org/debian-cd/4.0_r3/i386/iso-dvd/debian-40r3-i386-DVD-1.iso

http://linorg.usp.br/iso/debian/4.0_r3/i386/iso-dvd/debian-40r3-i386-DVD-1.iso

DVD2:
Tamanho: 4.4 GB

http://linorg.usp.br/iso/debian/4.0_r3/i386/iso-dvd/debian-40r3-i386-DVD-2.iso
http://cdimage.debian.org/debian-cd/4.0_r3/i386/iso-dvd/debian-40r3-i386-DVD-2.iso

DVD3:
Tamanho: 4.1 GB

http://linorg.usp.br/iso/debian/4.0_r3/i386/iso-dvd/debian-40r3-i386-DVD-3.iso
http://cdimage.debian.org/debian-cd/4.0_r3/i386/iso-dvd/debian-40r3-i386-DVD-3.iso

Nao sabe instalar?
Acesse o Guia de Instalação:
http://www.debian.org/releases/stable/i386/apa


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sábado, 5 de abril de 2008

Distribuições Linux - Puppy Linux - Download



Puppy Linux é uma distribuição LiveCD Linux iniciada por by Barry Kauler. Puppy é muito pequeno, e desenvolvido para ser seguro, fácil de usar e completamente customizável. Todo o sistema operacional e todos os outros aplicativos rodam da memória RAM. Algumas aplicações inclusas tais como SeaMonkey/Mozilla, AbiWord, Sodipodi, Gnumeric, e Gxine/Xine. A distribuição foi desenvolvida do zero, não é baseada em nenhuma outra destribuição.


A última versão é a 3.01, lançada em 15 de outubro 2007.

Características


Puppy pode ser muito útil para computadores antigos, como um disco de emergência, como uma demonstração do Linux, ou como um sistema operacional de proposta geral. Pode ser feito o boot através:


  • do USB/pendrive ou outro dispositivo de amazenamento via USB (flash-Puppy)
  • do CD-ROM (live-Puppy), com seis opções diferentes.
  • do Zip drive ou LS-120/240 SuperDisk (zippy-Puppy)
  • diretamente do hard drive (hard-Puppy)
  • de uma rede (thin-Puppy)
  • de uma emulação (emulated-puppy)
  • do disquete boot disk que carrega todo o resto do sistema através do USB drive, CD-ROM, ou do HD.

A instalação uma versão do Puppy no HD, USB drive, Zip disk, etc. pode ser feita usando o Live-Puppy.


GUI

Puppy vem com a escolha de dois servidores gráficos: X.org (full-featured) e Xvesa (lightweight). Existe um guia durante o processo de incialização para que o usuário escolha o servidor gráfico apropriadamente para sua placa de video e monitor. Ao fim da guia o usuário irá ser apresentado ao desktop e a um gerenciador de janelas; por padrão o WM mais popular nas versões do Puppy é o JWM. A nova edição 2.15 da comunidade agora provê o IceWM por padrão.


Os pacotes DotPup do IceWM , Fluxbox e do Enlightenment estão disponíveis sob o link Puppy Linux Wiki.


Quando é feito o boot do sistema, todos os pacotes são descomprimidos em uma área da memória RAM, o "ramdisk". O computador necessita ter pelo menos 128 MB de RAM ( com não mais que 8 MB compartilhado de video) para qualquer um dos Puppy's, para carregar no ramdisk, entretanto é possível rodar com apenas 48 MB de RAM, porque parte do sistema pode ser mantida no HD e no pior caso, pode ser usada do próprio Live CD.


Os aplicativos são escolhidos sobre várias restrições. Os aplicativos do Puppy GUI são considerados rápidos e funcionais. Porque um dos principais objetivos da distribuição é ser extremamente fácil de usar, e existe um número bom de wizards que fazem os processos de configuração do sistema pelo usuário.



Gerenciador de Pacotes

Puppy Linux vem com dois gerenciadores de pacotes, PupGet e DotPup, para usar enquanto roda.


Puppy Unleashed está disponível para criar um live CD customizado. Existem mais de 500 pacotes que podem ser colocados ao CD do Puppy. Uma maneira fácil de construir sua distribuição customizada viascript permite ao usuário escolher os pacotes preferidos.


Puppy Linux 2.10 usa o script T2 SDE para criar a os pacotes binários base.



História

Puppy versão 2.14 (86.5 MB) usa o SeaMonkey, baseado no Mozilla, como o seu suite para internet ( web browser e cliente de e-mail ). Vem em diferentes tamanhos.


  • A versão padrão usa o AbiWord como o processador de texto de 68 MB; uma imagem do live CD com o Mozilla Firefox tem 52.4 MB; completo Mozilla tem 55.3 MB; com Opera tem 49.6 MB.
  • De 96.1 MB "Chubby Puppy" vem com o OpenOffice.org com todas as ferramentas.
  • De 39.9 MB "BareBones Puppy" sem nenhuma GUI,
  • e uma de 83 MB "zdrv" edição padrão, que contém muitos drivers para o melhor funcionamento da máquina.

Atravéz do Morphix, Puppy Linux é uma das poucas distribuições Live CD capazes de salvar arquivos para o próprio Live CD (multisession), Permitindo aos usuários o carregamento de arquivos, e mais importante, adicionar programas e configurar o sistema no próprio CD. Puppy-multisession tem 55.7 MB.


A série 1 do Puppy roda confortavelmente em várias marcas de hardware. Para os novas máquinas, a versão USB pendrive pode ser melhor (Mesmo que o boot pelo drive USB não seja diretamente suportado pela BIOS, o boot pelo disquete pode ser usado para lança-lo). É possível rodar o Puppy Linux com o Windows 9x/Windows Me. Também é possível, se a BIOS não suportar o boot do drive USB, fazer o boot pelo CD e manter as informações do usuário no pendrive; isto será salvo ao desligar e será lido ao iniciar novamente.


By: Wikipedia
Site do Desenvolvedor: http://www.puppylinux.org/
Downloads:

Puppy Linux CD:
Tamanho: 99MB
Link:
http://distro.ibiblio.org/pub/linux/distributions/puppylinux/puppy-3.01-seamonkey.iso
http://ftp.nluug.nl/ftp/pub/os/Linux/distr/puppylinux/puppy-3.01-seamonkey.iso



Distribuições Linux - Slackware Linux - Download



Slackware Linux é o nome de uma das mais antigas e conhecidas distribuições (sistema operacional e conjunto de aplicativos) do Linux; é a mais antiga distribuição que permanece mantida, além de ser, junto com suas derivadas, a distribuição Linux mais UNIX-like existente.


Criada em meados de 1993 e mantida por Patrick Volkerding, a Slackware (ou simplesmente "Slack") tem como objetivo manter-se fiel aos padrões UNIX, rejeitando também ferramentas de configuração que escondam do usuário o real funcionamento do sistema. Além disso a Slackware é composta somente de aplicativos estáveis (e não de versões beta ou pré-releases). Nos anos 90, por um bom tempo outras distribuições Linux foram avaliadas com base em sua compatibilidade com o Slackware. Se no começo ainda trabalhava só, ao longo dos anos Patrick Volkerding acabou aceitando a ajuda de alguns colaboradores, muito poucos por sinal, a fim de o ajudarem no desenvolvimento da distribuição.


Por sua concepção UNIX-like, o Slackware e seus derivados fazem uma abordagem bastante diferente das outras distribuições populares como Red Hat, Fedora, Debian, Gentoo, SuSE, e Mandriva. Sua política de incluir somente aplicativos estáveis e nenhuma interface gráfica de configuração específica a apenas essa distribuição. Há quem diga: "Quando você conhece o Slackware, você conhece Linux; quando conhece Red Hat, tudo que você conhece é o Red Hat"...


Simplicidade e estabilidade são duas características marcantes nesta distribuição muito comum em servidores, distribuição que procura ser uma distribuição "leve", sem enfeites e rápida, e que é muito apreciada por usuários mais experientes. Apesar de o termo "slack" ser uma gíria para preguiça em inglês, em "Slackware" o termo "slack" está relacionado à definição feita pela chamada Slack Church of the SubGenius (Igreja dos Sub-Gênios). De acordo com esta organização, "slack" significa ter "senso de liberdade, independência e originalidade para alcançar suas metas pessoais". Dessa forma, o nome "Slackware" traduz bem a filosofia do sistema, que não possui ferramentas gráficas de configuração (apenas as do KDE, por exemplo) que fazem tudo pelo usuário, o que inibe o seu "slack". Assim sendo, as configurações do sistema são feitas a partir da edição de documentos de texto, por isso sendo a preferida entre os usuários mais experientes.


Toda versão Slackware é estável. Também existe sempre uma versão current que intermedia entre a versão estável atual e a próxima, mas dessa jamais há imagens para download: os respectivos pacotes precisam ser baixados um por um dos da pasta "current" nos repositórios do Slackware e instalados, igualmente um por um, com o comando upgradepkg do pkgtool. Para quem faz questão de um Slackware totalmente current, a opção mais eficaz é baixar e instalar o Swaret, um instalador gráfico que faz esses upgrades automaticamente.


Possui seu próprio gerenciador de pacotes, o pkgtool (installpkg, upgradepkg, removekpg, explodepkg, makepkg), sem gerenciamento de dependências (existem programas que adicionam esse gerenciamento, como o slapt-get e swaret). O formato dos pacotes .tgz é bastante simples, similar a um .tar.gz contendo apenas os arquivos a serem instalados em suas respectivas pastas em relação à raiz do sistema, além de um script com comandos complementares para a instalação.


O Slackware Linux é um Sistema Operacional livre, ou seja, está disponível na Internet e todos têm acesso ao código-fonte, podendo então melhorá-lo ou adaptá-lo às próprias necessidades.


A versão atual da distribuição é o Slackware 12.0. disponibilizado em 2 de julho de 2007. É a primeira versão a vir com kernel 2.6 é a que mostra mais inovações e mudanças em relação com as anteriores, Alem do kernel 2.6.21.5, que na época do lançamento era o mais atual já mostrando uma mudanças na concepção do slackware que não costuma ultilizar o último release do kernel, ela conta com três inovações que resultaram em muita polemica que é o HAL, a glibc 2.5 e o GCC 4.1.2, a primeira é uma camada de abstração de hardware que fornece auto-mount para o sistema indo contra a filosofia original do sistema, mas inserido por causa da dependência do KDE pelo mesmo e a segunda são as bibliotecas de C do projeto GNU essa era a versão mais recente da mesma no lançamento da distribuição e foi muito contestada a sua utilização por ser um pacote crucial para o sistema e por ser muito novo ser sucetivel a instabilidade, já o GCC 4.1.2 gerou polemica devido a falta de compatibilidade de codigos antigos com os compiladores da nova serie do GCC indo novamente de encontro a filosofia slackware que busca estabilidade.


O Slackware 12.0 possui a GCC 4.1.2, o kernel Linux 2.6.21.5, KDE 3.5.7, Xfce 4.4.1, Xorg 7.2.0 e a suíte SeaMonkey 1.1.2 que substitui a suíte Mozilla e Firefox 2, além de todos os utilitários habituais. Por falar no kernel, Essa versão não é capaz de fazer boot pelo disquete e vem apenas com a versão 2.6.21.5 no CD em 4 modos generic-2.6.21.5 (generico contendo os hardwares mais comuns dentro do kernel e o resto modularizado), generic-2.6.21.5-smp (mesmo que anterior com suporte a multiprocessamento / HT), huge-2.6.21.5 (kernel que contem praticamente tudo que existe de suporte a hardware embutido no kernel a custo de um peso imenso(huge) na hora do carregamento) e o huge-2.6.21.5-smp (mesmo que o anterior mas com suporte a multi-processamento).

História e Nome


A primeira versão do Slackware, o 5.00, foi lançada em 16 ou 17 de julho de 1993[1] pelo Patrick Volkerding, fundador e programador líder do projeto. Era baseada na distribuição SLS Linux (Softlanding Linux System) e fornecida em forma de imagens para disquetes de 3½ polegadas, disponibilizadas em file transfer protocols (ftps) anônimos.

O nome "Slackware" vem do termo "Slack". Como já mencionado, o termo é definido pela Slack Church of the SubGenius (Igreja dos Sub-Gênios).

Em 1999, os números das versões do Slackware mudaram diretamente de 4.0 a 7.0. Isso foi explicado por Patrick Volkerding [2] como um esforço de marketing para mostrar que o Slackware estava tão atualizado como as outras distribuições Linux entre as quais muitas já tinham números de release como 6 naquele momento (como o Red Hat, por exemplo, que publicava toda revisão de sua distribuição com um acréscimo de 4.1 para 5.0 ao invés de 3.1 para 3.2, como o Slackware o fazia).

Em 2005, Patrick Volkerding esteve seriamente doente e o futuro desenvolvimento do Slackware tornou-se incerto, tanto que em naquele ano ele ficou praticamente incapacitado de trabalhar; muitos esperavam sua morte e, assim, o fim do Slackware. Mas ele se recuperou e retomou o desenvolvimento do Slackware.

Em 2005, o ambiente de desktop GNOME foi removido do futuro release[3] pendente (10.2) e ficou entregue a suporte e distribuição pela comunidade. A remoção do GNOME foi vista como significativa por alguns na comunidade Linux porque esse ambiente desktop é encontrado em muitas distribuições Linux. Não obstante, diversos projetos baseados na comunidade preencheram a lacuna do GNOME no Slackware, oferecendo distribuições GNOME completas como o GWARE, o FreeRock GNOME e o Dropline GNOME para o Slackware.

Ao longo da história do Slackware, sempre houve distribuiçoes e LiveCDs baseados nele. Umas distribuições populares derivadas do Slackware, entre elas College Linux, GoblinX, SLAX, VectorLinux, JoLinux, Zenwalk, AliXe e Kate OS.

by: Wikipedia

Download:
Slackware 12.0 em DVD
Tamanho: 3.6GB
http://slackware.mirrors.tds.net/pub/slackware/slackware-12.0-iso/slackware-12.0-install-dvd.iso
http://slackware.cs.utah.edu/pub/slackware/slackware-12.0-iso/slackware-12.0-install-dvd.iso
http://carroll.cac.psu.edu/pub/linux/distributions/slackware/slackware-12.0-iso/slackware-12.0-install-dvd.iso
http://ftp.ntua.gr/pub/linux/slackware/slackware-12.0-iso/slackware-12.0-install-dvd.iso
http://ftp.lip6.fr/pub/linux/distributions/slackware/slackware-12.0-iso/slackware-12.0-install-dvd.iso

Há tambem a versão do Slackware 12.0 em 6 Cd's
Para baixa-los basta apagar dos links acima a parte final ("slackware-12.0-install-dvd.iso")
E ai galera, comentem as postagens... plz

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